A nova NR-1 exige mais do que adequação. Exige preparo.
Método prático, humano e validado para transformar a NR-1 de obrigação em resultado real para a sua organização.
Desde 2024, os riscos psicossociais são obrigatórios no GRO e no
PGR. A fiscalização já está ativa e a maioria das empresas ainda não
sabem o que fazer na prática.
Cláudia Abel tem mais de 20 anos em gestão de pessoas e clima
organizacional. Ela ajuda empresas a sair da reação e construir uma
gestão preventiva real sem juridiquês e sem transformar a empresa
em consultório
A NR-1 que a sua empresa conhecia não existe mais.
A Portaria MTE nº 1.419/2024 incluiu os fatores de riscos psicossociais como parte obrigatória do GRO e do PGR. Na prática, toda empresa com funcionários CLT agora precisa:
O que são riscos psicossociais?
Situações do trabalho que afetam a saúde mental dos colaboradores. Por exemplo:
• Pressão excessiva e metas abusivas;
• Liderança agressiva ou despreparada;
• Sobrecarga emocional e falta de reconhecimento;
• Assédio moral ou psicológico;
• Clima organizacional tóxico.
Esses fatores causam burnout, afastamentos e processos trabalhistas
independentemente de qualquer fiscalização.
O problema não é falta de vontade. É falta de estrutura.
O RH está sobrecarregado. Os afastamentos crescem. O clima pesa. E quando chega a hora de agir, a empresa esbarra sempre no mesmo:
01
A empresa não sabe o que a NR-1 realmente exige
A atualização da NR-1 ainda gera dúvidas práticas. E empresas inseguras ficam mais expostas a riscos e fiscalização.
02
Documentação sem gestão não protege
Ter PGR não basta. Sem gestão real dos riscos psicossociais, a
empresa continua vulnerável.
03
Os riscos existem, mas ninguém consegue medir
Burnout, pressão excessiva, assédio e clima tóxico são difíceis de identificar sem método estruturado.
04
Lideranças despreparadas aumentam os riscos
Gestores sem preparo agravam conflitos, pressão e
adoecimento das equipes sem perceber.
05
O medo de expor vulnerabilidades paralisa a empresa
Muitas empresas evitam agir por receio jurídico. Mas a ausência de prevenção gera riscos ainda maiores.
06
O RH vive reagindo, nunca prevenindo
Enquanto o RH apaga incêndios, os riscos crescem
silenciosamente dentro da operação.
Apresentamos:
NR-1: Do Risco à Oportunidade
Implementação estratégica e personalizada presencial, com método e sem atalhos.
Não é um treinamento genérico sobre a norma, é uma implementação adaptada dentro da sua empresa, com o seu time que entrega gestão preventiva, documentação validada e lideranças preparadas.
Método validado pelo Instituto Liana Gomes: diagnóstico, mapeamento, plano de ação e documentação.
Método validado pelo Instituto Liana Gomes: diagnóstico, mapeamento, plano de ação e documentação.
Desenvolve lideranças, fortalece o clima e reduz o adoecimento, além da conformidade legal.
Como transformamos risco em prevenção real
Um processo estruturado para adequar sua empresa à NR-1 sem burocracia excessiva e com impacto direto na cultura e na gestão.
Diagnóstico e Mapeamento
Identificamos fatores psicossociais, vulnerabilidades internas e pontos críticos que podem gerar passivos, afastamentos e queda de produtividade.
Estruturação e Adequação
Os riscos são organizados, priorizados e integrados ao GRO e PGR com documentação estruturada e alinhada à norma.
Desenvolvimento de Lideranças
Capacitamos líderes para identificar riscos, melhorar a comunicação e fortalecer a segurança psicológica das equipes.
Cultura Preventiva e Monitoramento
Criamos processos, indicadores e práticas contínuas para reduzir riscos e sustentar uma cultura preventiva real.
Quem vai implementar a NR-1 na sua empresa?
Cláudia Abel
Especialista em Gestão de Pessoas e
Implementação Estratégica da NR-1
Com mais de 20 anos de experiência em gestão de pessoas, clima
organizacional e desenvolvimento de lideranças, Cláudia Abel atua
diretamente na implementação prática da NR-1 em empresas de
diferentes segmentos.
Sua atuação une conformidade técnica, gestão preventiva e
desenvolvimento humano — transformando a NR-1 em um processo
aplicável, estruturado e alinhado à realidade das empresas.
Docente universitária, mentora de líderes e especialista em
Segurança e Medicina do Trabalho, já conduziu implementações em
empresas no DF, GO e AM com metodologia validada pelo Instituto
Liana Gomes.
+20 anos em gestão de pessoas
Implementações em DF, GO e AM
Método validado pelo Instituto Liana Gomes
Resultados e empresas reais.
Cada etapa foi desenvolvida para resolver um problema real da sua empresa, não apenas para cumprir um requisito legal. O resultado é uma organização que não só está adequada à NR-1, mas que funciona melhor.
“
Não achei que a NR-1 pudesse ser tão prática. Saímos do processo com clareza total sobre o que a empresa precisava fazer — e com documentação pronta para qualquer fiscalização.”
— Gestora de RH, empresa do DF
“
O maior ganho não foi só a documentação. Foi ver os líderes
mudando a forma de se comunicar com as equipes. O clima
melhorou de verdade.”
— Diretor, empresa de médio porte, Goiânia
Para quem é e para quem não é
A nova NR-1 pode fortalecer toda a operação da sua empresa
Quando implementada de forma estratégica, a NR-1 reduz riscos, fortalece lideranças e melhora a performance da empresa como um todo.
Reduza vulnerabilidades em fiscalizações e ações trabalhistas.
Menos burnout e menos impacto operacional nas equipes.
Reduza vulnerabilidades em fiscalizações e ações trabalhistas.
Equipes saudáveis performam com mais consistência.
Documentação alinhada às novas exigências da norma.
Sua empresa deixa de reagir e passa a prevenir.
Pronto para transformar
a NR-1 em oportunidade?
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compromisso. Em poucos minutos você terá
clareza sobre o que a sua empresa precisa fazer e
como podemos fazer juntos.
A principal mudança na NR-1 não foi a criação de uma nova obrigação de cuidar da saúde mental, mas sim a inclusão expressa dos fatores de riscos psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). Os riscos psicossociais passaram a fazer parte do PGR.
A empresa deve identificar fatores relacionados à organização do trabalho que possam causar adoecimento mental, como: excesso de carga de trabalho; metas excessivas; assédio moral e sexual; conflitos interpessoais; falta de autonomia; liderança inadequada; insegurança no trabalho, entre outros.
Antes, muitas empresas tratavam a saúde mental como uma ação voluntária de qualidade de vida. Com a atualização da NR-1, os fatores de riscos psicossociais passaram a integrar formalmente a gestão de Segurança e Saúde no Trabalho, devendo ser identificados, avaliados, controlados e documentados no PGR, sempre que presentes.
Depende do tipo de empresa, mas na maioria dos casos, sim. No Brasil, a regra está na NR-1, que trata das disposições gerais de segurança e saúde no trabalho. Ela exige que as empresas que têm empregados sob regime CLT adotem um gerenciamento de riscos ocupacionais, que hoje é materializado no PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos).
Em termos simples: Empresas com empregados CLT: em geral precisam ter PGR e seguir a NR-1; MEI (Microempreendedor Individual): em regra, é dispensado do PGR completo; Micro e pequenas empresas (ME/EPP): podem ter tratamento simplificado, dependendo do grau de risco da atividade
Se a empresa tem funcionários registrados, quase sempre existe alguma obrigação de gestão de riscos — o que muda é o nível de complexidade do PGR, não a existência da obrigação em si.
Sim. A fiscalização já está liberada desde 26 de maio de 2026. A implementação do gerenciamento de riscos da NR-1 e do PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) não é mais “fase de adaptação”. Ela já está em vigor e sendo cobrada pela Auditoria-Fiscal do Trabalho (Ministério do Trabalho e Emprego). A fiscalização já pode autuar empresas que não tenham PGR ou que tenham documentos apenas “no papel”; Inspeções podem ocorrer de forma rotineira, por denúncia de trabalhador ou em ações setoriais (por segmento de risco). A fiscalização olha principalmente se ele funciona na prática.
Não. Uma palestra de saúde mental, sozinha, não resolve a exigência da NR-1 nem substitui o PGR. Ela pode até ser uma boa ação dentro do programa, mas é apenas uma parte. Na NR-1, a lógica é de gestão de riscos contínua, e não de ações pontuais. Uma palestra pode contribuir para conscientização dos trabalhadores, apoio a campanhas de saúde mental, mas não substitui a identificação formal de riscos psicossociais, plano de ação estruturado, controle e acompanhamento desses riscos, registros e evidências contínuas e integração com o PGR e demais programas de SST.
A NR-1 exige gestão de riscos, não um cargo específico. Você não precisa obrigatoriamente de um psicólogo, mas precisa conseguir demonstrar que está identificando e controlando riscos psicossociais quando eles existem. Na prática, pequenas e médias empresas: normalmente não contratam psicólogo fixo e empresas maiores ou com alto nível de estresse: podem precisar de apoio técnico especializado.
Ter um PGR ajuda bastante, mas não significa automaticamente que a empresa está “coberta”. O que a fiscalização da NR-1 avalia hoje não é só a existência do documento, e sim a efetividade da gestão de riscos. Um PGR “no papel” não protege a empresa. Um PGR ativo e atualizado, sim. Situações comuns que dão problema na fiscalização: PGR genérico, “modelo pronto”; sem evidência de aplicação das ações; sem integração com a rotina da empresa; sem atualização após mudanças (equipe, processos, metas, etc.) e sem acompanhamento de riscos organizacionais e psicossociais quando relevantes.
Não existe um prazo único oficial de “duração da implementação” do PGR na NR-1. Isso porque ele não é um projeto com começo e fim — é um processo contínuo de gestão de riscos. Mas dá para dividir em duas fases bem práticas: 1) Implementação inicial (montagem do PGR) e Implementação “real” (funcionamento na prática). Aqui não tem prazo final, porque é contínuo: atualização sempre que houver mudanças na empresa, monitoramento periódico, revisão mínima anual (ou antes, se necessário) e registro de evidências constantes
O custo da implementação na prática varia bastante — não existe tabela fixa — porque depende do porte da empresa, risco da atividade e profundidade do trabalho exigido pela NR-1. O que mais impacta o preço: número de funcionários; quantidade de unidades ou filiais, nível de risco da atividade (CNAE), necessidade de visitas técnicas e grau de maturidade atual (se já existe algo estruturado ou não).
Pode expor — e esse é justamente um dos pontos mais importantes (e às vezes mais sensíveis) do processo. A implementação da NR-1 não é só um documento burocrático: ele é uma radiografia do ambiente de trabalho. Então, ao ser feito corretamente, ele tende a revelar riscos que muitas vezes já existem, mas não estavam organizados ou formalizados. O que pode aparecer durante a elaboração: sobrecarga de trabalho ou metas excessivas, falhas de organização de processos, riscos de acidentes não mapeados, problemas ergonômicos, ruídos de comunicação entre áreas e possíveis riscos psicossociais (pressão, assédio, estresse elevado).
O primeiro contato vamos conhecer sua empresa e entender melhor em que nível de maturidade sua empresa está em relação aos riscos psicossociais. Você vai ter acesso a apresentação da nossa metodologia e conhecer estratégias para diagnóstico dos riscos na sua empresa e estruturação de um plano de ação possível de manutenção e acompanhamento.
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